Rua vs Estrada
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Rua vs Estrada, Lisboa (pt)

International Competition Europan 10

Honorable Mention

 

Date: 2010

Location: Lisboa

Promoter: Europan | CM Lisboa 

Program: Revitalization - Public Lines 

Architecture: Ivan de Sousa, Ines Antunes 

Photo: [i]da arquitectos

 Last Publications

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A área de intervenção é caracterizada prevalentemente por grandes equipamentos e espaços públicos tais como as Universidades, o Hospital, o Jardim do Campo Grande e o complexo S. Vicente de Paulo. Delimitada a Oeste, por uma série de traseiras e pátios de edifícios existentes, e a Este, pelo muro do recinto Hospitalar Júlio de Matos, a área apresenta-se como uma faixa de direcção bem precisa entre o Jardim do Campo Grande e a 2ª Circular. A Avenida proposta segue o seu andamento.
A solução urbana proposta consiste numa estrutura regular determinada por dois eixos que estabelecem uma relação directa com dois importantes edifícios de carácter colectivo, o complexo S. Vicente de Paulo e o Centro Cultural do Campo Grande. O sistema de ruas e quarteirões são definidos por esta regra evidenciando a nova avenida, que se desenvolve diagonalmente a este sistema.
A nova avenida, uma rua com cerca de 40 metros de largura, varia ao longo do seu percurso longitudinal. A cércea do edificado diminui gradualmente até alcançar o complexo de S. Vicente de Paulo acentuando a perspectiva da Avenida que acompanha e valoriza a topografia do lugar. Junto ao complexo prevê-se um jardim urbano - belvedere que se estende, visivelmente, sobre todo o sistema urbano através das coberturas ajardinadas dos diversos quarteirões.
Nas extremidades da avenida propõe-se dois temas colectivos de continuidade do espaço público - duas praças - uma de carácter citadino de união com o Jardim do Campo Grande, outra de carácter territorial de contacto e sobreposição com a 2ª Circular em alternativa ao “rotundão” previsto pela CML.
As duas praças, juntamente com os equipamentos e espaços públicos descritos anteriormente, constituem os “temas colectivos primários”. Estes irão influenciar os “temas colectivos derivados” que, mediante as bases para uma apropriação do espaço que o projecto procurou garantir, serão efectivados pelos inúmeros projectos individuais (cafés, farmácias, galerias, padarias, bancos, livrarias, papelarias, cabeleireiros, tabacarias, sapatarias, centros de cópias, ginásios, mercearias, correios, frutarias, bares, restaurantes, etc, etc, etc). A vitalidade das ruas depende destes projectos.
Os quarteirões propostos permitem a convivência entre diversas tipologias e a existência de amplos jardins ou pátios semi-privados no seu interior. Os acessos aos edifícios fazem-se pelo interior dos quarteirões de modo a evitar a ocupação do espaço comum que desempenha a função de mediação entre o espaço público e o espaço privado. No exterior, ao nível do piso térreo, pelo contrário, os “temas colectivos derivados” privilegiam as actividades e o movimento quotidiano.

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